
Experimentei Yôga em Julho, com o Rui (instrutor), um amigo que fiz há uns anos noutros projetos, e desde então tenho praticado todas as semanas. Além do instrutor ser um ser humano incrível, é também extremamente divertido, e faz com que as aulas sejam ainda mais interessantes. Na altura, experimentei porque me foi sugerido por um homem muito atraente - agora, Ele é o meu namorado!
Pratico
SwáSthya Yôga (a sistematização do Yôga Antigo feita pelo mestre
DeRose, conhecido escritor e professor de Yôga), mais pelo bem que me faz à alma do que pelo corpo, mas já noto diferenças abismais em termos de flexibilidade (física e mental!).
Hoje o Rui ofereceu a todos os praticante um livro da autoria do mestre
DeRose,
Quando é Preciso ser Forte. Não poderia imaginar melhor livro para ler às portas do novo ano. O que me fascina no Yôga (e também no Rui e no DeRose) é a fundamentação básica de todas as ações assente em valores tão simples, e ao mesmo tempo tão poderosos!
Com a crise de valores que se vive, conhecer pessoas que vivem a vida com a único sentido de fazer o BEM, a si e aos outros, é uma bênção! Ter um namorado que partilha as mesmas práticas e os mesmos valores, é um doce
milagre.
Voltando ao Yôga, resumidamente tem-me deixado mais optimista, mais calma, mais controlada, mais saudável, mais elegante e mais feliz, e ainda resolveu um dos mais graves e prolongados problemas da minha vida: as insónias.
Como ainda vou voltar a escrever sobre Yôga e sobre o livro do
Meste, até já!